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sábado, 5 de dezembro de 2015

Projeto Libras: Chapeuzinho Vermelho




Olá, pessoal!

No post de hoje irei falar sobre um importante trabalho realizado por mim e pela Karina Coelho, Natália Braga, Paula Binenbojm e Thais Rocha, lá na faculdade.

Tivemos a missão de escolher uma história dos contos infantis e reproduzi-la em LIBRAS.

A aprendizagem da língua de sinais é fundamental para a construção da linguagem- identitária do surdo, assim como a língua portuguesa é para os ouvintes aqui no Brasil. A Libras permite a criança surda um maior entrosamento com a sua comunidade e tem grande importância para a promoção de todos os desenvolvimentos individuais e sociais, como a formação de uma maneira própria de pensar, de agir e de ver o mundo. Além disso, os sentidos visuais e motores passam a ficar mais aguçados. Acredito que a Libras não deve ser algo obrigatória e imposta só porque a criança é surda, mas sim desenvolvida metodologicamente através do contato com educadores que possuem essa mesma característica. Dessa forma, a criança se sente mais confortável, interessada, disposta, sem se sentir excluída e diferente do resto da população.

A questão da surdez não é algo que impossibilita as crianças surdas de compreenderem e se divertirem com as histórias infantis. Nós do grupo, pesquisamos e escolhemos a Chapeuzinho Vermelho, clássica história da menininha que a mando de sua mãe iria levar uma cesta de guloseimas para a vovó. Porém no caminho encontrou com um lobo muito esperto que diante a ingenuidade de Chapeuzinho acabou descobrindo onde a vovó morava, foi até lá e a engoliu! E o resto da história? O resto você acompanha aí no vídeo apertando o PLAY!

Não esqueça de alterar a qualidade para 720p






Espero que tenham gostado e se divertido!

domingo, 29 de março de 2015

Primeira semana na UERJ


''Que os jogos vorazes comecem e que a sorte esteja sempre ao seu favor''. É galerinha, a típica frase da trilogia Jogos Vorazes está mais próxima da realidade do que vocês imaginam.

Depois de 3 meses muito ''tristes e sofridos'' de férias, bagunça, viagens, 8237386178631 horas de sono e sem nenhum contato com cadernos, livros, escola, matemática, ou seja, tudo que envolve estudos, eis que minhas aulas na faculdade começaram! uhuuuuu! Bom, na verdade, desconsideremos a palavra ''aulas'' e nesse caso a frase mais adequada seria ''minhas zueiras na faculdade começaram'' hahaha

Tipicamente, nosso primeiro dia de aula foi como um normal primeiro dia de aula. Fomos recebidos pela professora Maria de Fátima, que conversou com a gente sobre os cronogramas de aula, as matérias que serão estudadas e pediu para que cada um fizesse uma apresentação de si mesmo, ou seja, falar seu nome, idade, escola que veio e todas as outras informações que todo professor pergunta. 

Naquele momento, senti uma nostalgia enorme e lembrei do meu primeiro dia de aula no ensino médio, mas meus pensamentos nostálgicos foram interrompidos por batuques e gritarias. Confesso que achei que estava tendo algum ritual de macumba alí por perto, até que descobri que eram os veteranos se aproximando com espadas, arco e flexa, tiros, porradas e bombas. kkkkkkk exagerei nessa parte. Na verdade,  era apenas o nosso trote começando.





A primeira prova a se cumprir foi descer três andares de rampa de elefantinho, sem soltar aos mãos e ainda cantando ''um elefante incomoda muita gente, dois elefantes incomoda muito mais...''. E quem soltasse as mãos ou não cantasse era penalizado e nós tínhamos que voltar ao início e começar tudo de novo.






Até aí tudo bem, né? Até que fomos pintados com tinta guache e tivemos que andar uns 2 km pedindo dinheiro na rua. Quer dizer, pintados não! Tomamos foi um banho de tinta com direito a mel e farinha pra completar a ceia. kkkkkkk









Na quarta feira, tivemos uns dois tempos de aula e lá fomos nós de novo tentando conseguir mais grana na rua! Igor mitou com esse ''Psol'' na testa e até fomos parados por um senhor na rua dizendo: ''É isso mesmo! Vocês que são jovens tem que ir pras ruas mesmo. Temos que tirar a Dilma do poder!". Mas hein moço, e o dinheiro? Nenhuma moedinha pra ajudar não? ''Ih! Tá brabo! Eu tinha 5 salários mínimos, aí me aposentei com 1 salário e meio só''.

E o João, foi tachado como ''o palhaço''.  kkkkkkkkk



Bom, queria parabenizar os veteranos pelo magnífico trote que resultou nos meus 50 minutos no banho (moradores de região de seca me perdoem) tentando tirar o cimento que se formou no meu cabelo  e pelas dores no pé. 

Espero que vocês tenham gostado da minha primeira semana na faculdade. Ah! E sobre o dinheiro arrecadado, uma parte foi usada para uma festa que teve sexta-feira e na qual eu não fui e outra parte para o Centro Acadêmico do Instituto de Matemática.

Até o próximo post!


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